top of page

São Brás, intercessor pela boa comunicação diante dos espinhos da sociedade atual, analisa Pe. Ivair Carolino

  • Foto do escritor: Radio Catedral
    Radio Catedral
  • há 2 horas
  • 3 min de leitura

Por Rádio Catedral



Nesta terça-feira (3), a Igreja Católica faz memória do bispo e mártir, São Brás é um dos santos cuja fama de santidade rompeu fronteiras e por isso, é venerado em quase todas as partes do mundo. O milagre da garganta é recordado, no dia 3 de fevereiro, com um rito litúrgico particular, durante o qual o sacerdote abençoa a garganta dos fiéis com duas velas cruzadas diante da garganta.


" [uma] crise que São Brás vivia não era por conta de sua profissão de médico, mas sim uma crise existencial; ele sentia em seu coração que poderia fazer algo mais. São Brás buscou a Deus e viveu uma experiência com Ele, o que transformou sua vida completamente." O texto de Dom Orani Tempesta sobre São Brás para o site da CNBB é o tema do editorial com Padre Domício.





São Brás celebrado na Arquidiocese de Juiz de Fora

Em Juiz de Fora, o segundo dia da novena de Nossa Senhora de Lourdes, padroeira dos enfermos, também faz memória do bispo e mártir São Brás, protetor contra os males da garganta, na paróquia no Bairro Francisco Bernardino. O pároco, padre Ivair Carolino, destacou que São Brás é um dos intercessores pelos comunicadores e também para fugir dos espinhos que encontramos no mundo real e virtual.






Também haverá celebrações na Catedral Metropolitana, no Santuário Sagrado Coração de Jesus, no Bairu; nas paróquias Nossa Senhora do Líbano no Grajaú; Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Monte Castelo e no Jardim Esperança; Nossa Senhora Aparecida no Linhares, Santa Cruz, no Bandeirantes; Santa Luzia; Santa Rita, no Bonfim; São Benedito, São mateus, São Pio X; Santa Teresinha; Quase-Paróquia Santa Maria Eterna; São Sebastião no Centro; Capela da Santa Casa de Misericórdia´; Sant'Ana no Vila Ideal, Comunidade Nossa Senhora Aparecida, no São Dimas No Território Arquidiocesano, haverá programação especial em Santos Dumont, incluindo a área missionária São Brás, que pertence ao Santuário São Miguel e Almas; e nas paróquias em Arantina, Belmiro Braga, Goianá, Mar de Espanha, Matias Barbosa, Olaria, Rio Preto, Rochedo de Minas, Santana do Garambéu; São Joao Nepomuceno; Simão Pereira e Bias Fortes.



História de São Brás

Fonte: Site do Canção Nova


São Brás, médico no século III, entrou em crise porque não se sentia totalmente realizado. Sua insatisfação não estava relacionada à sua profissão, pois ele era bom médico e prestava um ótimo serviço à sociedade, mas vivia uma crise existencial.


São Brás buscou a Deus e viveu uma experiência com Ele. Não se sabe se ele já era batizado ou pediu a graça do Santo Batismo, mas a sua vida sofreu uma guinada. Essa mudança não foi somente no âmbito da religião; sua busca por Jesus Cristo estava ligada ao seu profissional. Muitas pessoas começaram a ser evangelizadas por meio da busca de santidade daquele médico.


Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava se retirar. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele a encontrou em Cristo e na Igreja.


Conta a história que, ao dirigir-se para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou, e Nosso Senhor curou aquela criança. Também é padroeiro dos operários de construção, veterinários, garotos, pedreiros e escultores.


Ao falecer o bispo de Sebaste, na Armênia, onde nasceu e viveu o santo, o povo foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo, não por vontade própria, mas por obediência.


Sucessor dos apóstolos e fiel à Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois cuidava dos fiéis na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.


São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar ao imperador, por saber da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que esse grande santo fez sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local.


São Brás foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Por amor a Cristo e pela Igreja, preferiu renunciar à própria vida. Em 316, foi degolado.




Comentários


© Criado por Elias Arruda.  Todos os direitos reservados à Rádio Catedral - FM .

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
bottom of page