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Segundo dados do Caged, JF gerou mais de 1900 postos de trabalho no primeiro semestre de 2022

Por Fabíola Castro


O Ministério da Economia divulgou os dados do Caged, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, os quais trazem que em Juiz de Fora no primeiro semestre do ano de 2022, foram criados 1.936 novos postos de trabalho na cidade. Em junho, último mês do primeiro semestre, houve, conforme os dados, um saldo positivo de 251 empregos gerados, que são a diferença entre 4926 admissões e 4675 desligamentos realizados no mês.


Em junho, o resultado positivo foi impulsionado pelo setor de Serviços, que gerou 242 empregos, a maior parte de trabalhadores das áreas de Serviços de Escritório, Apoio Administrativo e outros serviços prestados a empresas (50 postos). A Indústria também obteve o saldo positivo de 53 postos gerados. Já no Comércio, Agropecuária e Construção Civil, os desligamentos superaram as contratações, foram menos 32, menos 9 e menos 3 postos de trabalho, respectivamente.


Segundo o Secretário de Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo, da Inovação e Competitividade, Ignacio Delgado, em Juiz de Fora os dados destacam o desempenho do setor de serviços como principal gerador de empregos na cidade. E ressalta o que precisa ser trabalhado para que novos investimentos venham a gerar mais postos de trabalho na cidade.


Ainda de acordo com os dados do Caged, do saldo gerado de janeiro a junho de 2022, 1053 postos foram ocupados por mulheres e 883 por homens. Um total de 1365 profissionais empregados possuem Ensino Médio completo, e 1580 encontram-se na faixa dos 18 a 24 anos.


Números estaduais e nacionais


Quanto aos números estaduais e nacionais, em junho, Minas Gerais registrou a geração de 31.092 empregos, e o total de vínculos celetistas chegou a 4 milhões 447 mil 261. Já no Brasil, o resultado no mês foi de 277.944 novos postos de trabalho. O estoque é de 42.013.146.


Ainda são cerca de 10 milhões de desempregados no Brasil


De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada na última sexta-feira, 29 de julho, pelo IBGE, “a taxa de desocupação, no Brasil, ficou em 9,3% no trimestre encerrado em junho, queda de 1,8 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior. É o menor patamar para o período desde 2015, quando foi de 8,4%. O número de desempregados recuou 15,6% no trimestre, chegando a 10,1 milhões de pessoas. Isso representa 1,9 milhão de pessoas a menos em busca por trabalho no país, conforme o IBGE.

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