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  • Foto do escritorRadio Catedral

"Aquela que educa": Sant'Ana é comemorada pelos devotos em Santana do Garambéu (MG)

Por Roberta Oliveira

*Foto: Facebook Paróquia Santa Ana - Santana Do Garambéu.

Os dias têm sido intensos para os devotos de Santa Ana, na cidade de Santana do Garambéu (MG), na Zona da Mata. Até nesta terça, 26, Dia da Padroeira, estão previstas missas e carreatas, além do encerramento da novena, com especial atenção aos idosos.


A Matriz de Sant'Ana fica na Praça Dom Justino, s/nº, no Centro de Santana do Garambéu.


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Grande participação da comunidade, destaca pároco


Nesta segunda-feira, 25, está prevista a carreata de São Cristóvão saindo da Igreja Santa Luzia a partir de 17h com bênção dos veículos na chegada. Além disso, é o último dia da novena, que conta com a participação de padres convidados. O pároco, Padre José Crispim, destacou que são dois horários para diferentes públicos.


Padre José Crispim conta como será a programação nesta terça-feira, 26, dia consagrado à festa em honra aos pais da Virgem Maria.


Padre José Crispim reforçou o exemplo de Santa Ana como quem educou a Virgem Maria na fé e deixou uma mensagem especial a todos.



Devoção aos avós de Jesus e pais da Virgem Maria*


No dia 26 de julho, além da Festa de Sant'Ana, a Igreja Católica faz memória também de São Joaquim, seu esposo, pai da Virgem Maria.


Em hebraico, Ana exprime “graça” e Joaquim equivale a “Javé prepara ou fortalece”. Foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Sant’Ana teria nascido em Belém. São Joaquim na Galileia. Ambos eram estéreis. Mas apesar de enfrentarem esta dificuldade, viviam uma vida de fé e de temor a Deus.


O Senhor então os abençoou com o nascimento de Maria e, também segundo uma antiga tradição, São Joaquim e Sant’Ana já eram de idade avançada quando receberam esta graça. A menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até o tempo do noivado com São José.


A data do nascimento e morte de ambos não se sabe ao certo, mas vivem no coração da Igreja e são cultuados desde o século VI.


*Fonte: Canção Nova.

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