Violência Oculta: quando os sinais do corpo ajudam a identificar uma agressão contra uma mulher?
- Silvia Carvalho
- há 2 minutos
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Por Rádio Catedral

Embora as campanhas e os debates relembram principalmente a violência física sofrida por milhares de mulheres, é preciso pensar que nem sempre a agressão deixa marcas visíveis na pele. Muitas das vezes, ela se revela por meio de sinais ou situações do dia a dia como noites mal dormidas, crises de ansiedade, dores frequentes sem causa aparente, alterações bruscas de peso e um sofrimento emocional.
Segundo a professora de Saúde da Mulher do curso de Enfermagem da Estácio, Carla Cardi, a insônia, ansiedade, depressão, perda ou ganha de pelo, síndrome do pânico e dificuldades relacionadas a vida sexual podem ser indícios importantes de que aquela mulher foi ou está sendo vítima de violência sexual, patrimonial ou pscológica.
Quando a mulher é vítima de violência é necessário que ela busque orientações e acolhimento o mais rápido possível. No caso da física ou sexual, o acesso imediato aos serviços de saúde proporciona um atendimento moldado na proteção e busca por direitos fundamentais, na qual serão disponibilizados médicos adequados, exames, medicamentos e até a possibilidade de proteção por lei.
Ainda conforme a professora, esse tipo de acompanhamento proporciona além de um cuidado emergencial e humano, a possibilidade de reduzir riscos futuros e permite que o poder público desenvolva políticas, programas e ações mais eficazes de prevenção e proteção.






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