São João Maria Vianney, exemplo de entrega a Deus e padroeiro dos sacerdotes
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Por Rádio Catedral

Nascido em família camponesa, de origem simples e analfabeto, aprendeu com a mãe muitas orações, a semente de uma forte religiosidade e da vocação manifestada desde a infância: João Maria Vianney atendeu o chamado, seguiu o caminho que o levou a Deus e fez questão de não ir sozinho, levando o máximo possível de pessoas através do sacramento da Conversão e da Reconciliação. Tornou-se modelo de sacerdote. Após a canonização, foi proclamado como padroeiro e a data em que a Igreja celebra sua memória também é Dia do Padre.
No editorial desta terça (4), o Padre Antônio Camilo de Paiva refletiu sobre a frase de São João Maria Vianney: “O padre não é padre para si mesmo. Ele não se absolve, nem se administra sacramentos. Ele não existe para si e sim para os outros.”
História de São João Maria Vianney
Fonte: Site da Canção Nova
São João Maria Vianney nasceu no ano de 1786, em Dardilly, França. Seus pais, Mateus e Maria, tiveram sete filhos; ele foi o quarto. Desde a infância, ele dizia que queria ser sacerdote.
Ele enfrentou a resistência do pai para seguir a vida religiosa, mas, com a ajuda do pároco, aos vinte anos de idade, ele foi para o Seminário de Écully. No local, ele encontrou dificuldades por causa de sua falta de instrução. Os professores e superiores o consideravam um rude camponês que não conseguia acompanhar os estudos, principalmente, filosofia e teologia.
Em 1815, João Maria Batista Vianney foi ordenado sacerdote, porém, com um impedimento: não poderia ser confessor, já que não era considerado capaz de guiar consciências. Três anos depois, conseguiu a liberação para exercer o apostolado plenamente.
Então, foi designado vigário geral na cidade de Ars-sur-Formans, conhecida pelos vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias. Contudo, ele reverteu essa triste realidade após treze anos de exemplo, caridade, piedade e perseverança. A igreja ficava lotada e todos queriam confessar-se.
A fama de santidade de João Maria Batista Vianney percorreu toda a Europa. Muitas pessoas iam até a paróquia de Ars para ver o padre e para confessar-se com ele.
A sua vida sacerdotal durou 40 anos. Ele morreu em 1859, com 73 anos. João Maria Batista Vianney foi canonizado pelo Papa Pio XI, em 1925, mas já era venerado como santo.
Foi proclamado padroeiro dos sacerdotes, além disso, no dia de sua festa, passou a ser celebrado o Dia do Padre.






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