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São João Bosco, pai e mestre da juventude, é celebrado em Juiz de Fora

Por Rádio Catedral, com informações da Arquidiocese de Juiz de Fora


Nesta quarta-feira (31), a Igreja Católica celebra a memória de São João Bosco, pai e mestre da juventude. Dom Bosco foi um padre diocesano que viveu no século XIX, na região do Piemonte, norte da Itália.


Ele dedicou a vida em favor das crianças e jovens órfãos e abandonados, que procuravam na cidade grande melhores condições de vida. Entre outras iniciativas, o santo fundou a Congregação dos Salesianos e das Filhas Maria Auxiliadora.


Em Juiz de Fora, no Bairro Dom Bosco, a Capela Imaculada Conceição está realizando um tríduo sempre às 19h. A festa do padroeiro será nesta quinta-feira (1º), também às 19h, com Santa Missa. A Capela Imaculada Conceição é parte da Paróquia São Mateus e fica na Rua Imaculada Conceição, 145, Bairro Dom Bosco.


Na Arquidiocese, há uma capela dedicada a São João Bosco comunidade na Vila Tonelli, área rural de Mar de Espanha, que é parte da Paróquia Santuário Nossa Senhora das Mercês.


Nas dioceses integrantes da Província Eclesiástica de Juiz de Fora, há o Santuário São João Bosco em São João del-Rei. Esta é a segunda paróquia da cidade histórica e a primeira paróquia do mundo que teve como padroeiro o apóstolo da juventude já com o título de santo, porque foi criada no início de 1936, quase dois anos depois da canonização dele.


Confiança irrestrita em Deus


“Nada te perturbe: quem tem Deus tem tudo”. Padre Erélis Camilo refletiu sobre esta frase de Dom Bosco no tema do editorial do Jornal Boa Nova.




História de São João Bosco

Fonte: Canção Nova


Nasceu perto de Turim, na Itália, em 16 de agosto de 1815. Muito cedo, conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu seu pai tendo apenas dois anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento.


Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”.


Vida Sacerdotal

Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve de sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Entrou para o seminário em 1835, e, em junho de 1841, aos 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. 


Ousado e cheio do Divino Espírito Santo

Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, que se fez tudo para todos.


Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver e necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos, devido à sua ousadia e docilidade ao Divino Espírito Santo.


Devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora

Dom Bosco, criador dos oratórios, e por meio deles as catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu, e por isso enraizado com o sofrimento humano, especialmente dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. 


Juventude

Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos.


Em 1859, tendo o auxílio de Papa Pio IX, fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.


Páscoa

Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu, mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão. 


Via de Santificação

Foi beatificado por Pio XI em 2 de junho de 1929 e canonizado pelo mesmo em 1 de abril de 1934. Por ocasião do centenário de sua morte, São João Paulo II o declarou “pai e mestre da juventude”.


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