Pesquisa aponta que medidas simples de autoproteção podem salvar vidas em incêndios residenciais

Por Rádio Catedral

Um levantamento realizado pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, por meio do Centro Intersetorial de Pesquisas em Alterações Climáticas e Redução do Risco de Desastres (Cipard), revela que a maioria dos incêndios em residências tem início em quartos (45%), seguidos por cozinhas (21%) e salas (11%).
As principais causas estão relacionadas a falhas em equipamentos, acidentes domésticos e problemas elétricos ou vazamentos de gás, reforçando a necessidade de atenção no dia a dia.
No período de 2020 à 2024, foram registrados mais de 3 mil incêndios em edificações, sendo que cerca de 64% aconteceram em residências, evidenciando a vulnerabilidade do ambiente doméstico.
Entre os principais fatores de risco estão o uso inadequado de extensões e adaptadores, sobrecarga de tomadas, carregadores de baixa qualidade e o manuseio incorreto de botijões de gás. Situações como carregar celulares sobre superfícies inflamáveis também aumentam o risco de incêndio.
Em caso de incêndio, a orientação do Corpo de Bombeiros é clara: sair imediatamente do imóvel, evitando áreas fechadas e afastando-se do foco do fogo. Medidas simples de prevenção e autoproteção podem fazer a diferença e salvar vidas.






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