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Pesquisa aponta que medidas simples de autoproteção podem salvar vidas em incêndios residenciais

  • Foto do escritor: Radio Catedral
    Radio Catedral
  • há 4 minutos
  • 1 min de leitura

Por Rádio Catedral


Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros.
Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros.

Um levantamento realizado pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, por meio do Centro Intersetorial de Pesquisas em Alterações Climáticas e Redução do Risco de Desastres (Cipard), revela que a maioria dos incêndios em residências tem início em quartos (45%), seguidos por cozinhas (21%) e salas (11%).


As principais causas estão relacionadas a falhas em equipamentos, acidentes domésticos e problemas elétricos ou vazamentos de gás, reforçando a necessidade de atenção no dia a dia.


No período de 2020 à 2024, foram registrados mais de 3 mil incêndios em edificações, sendo que cerca de 64% aconteceram em residências, evidenciando a vulnerabilidade do ambiente doméstico.


Entre os principais fatores de risco estão o uso inadequado de extensões e adaptadores, sobrecarga de tomadas, carregadores de baixa qualidade e o manuseio incorreto de botijões de gás. Situações como carregar celulares sobre superfícies inflamáveis também aumentam o risco de incêndio.


Em caso de incêndio, a orientação do Corpo de Bombeiros é clara: sair imediatamente do imóvel, evitando áreas fechadas e afastando-se do foco do fogo. Medidas simples de prevenção e autoproteção podem fazer a diferença e salvar vidas.


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