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'O hype já passou, mas nós continuamos focados para ajudar essas pessoas': diz Pe. Willians 1 mês após as chuvas

  • Foto do escritor: Radio Catedral
    Radio Catedral
  • há 1 hora
  • 1 min de leitura

Por Rádio Catedral



Há um mês, Juiz de Fora amanheceu caótica. As fortes chuvas entre a noite de 23 e a madrugada de 24 de fevereiro deixou legado de mortes e destruição. Inspirou muita solidariedade e a certeza de que muito ainda precisa ser feito.


O Jornal Boa Nova conversou com o pároco Willians Ferreira Silva, CEM, sobre a situação vivenciado na Paróquia Nossa Senhora Aparecida do Linhares, que se tornou uma referência no atendimento às vítimas da chuva. Pilhas de donativos foram repassadas ao Centro de Evangelização São Bartolomeu, que abriu as portas mais uma vez como um porto de acolhimento e solidariedade. Padre Williams destaca que a vida seguiu, em meio ao trauma deixado pela tragédia


Padre Willians comentou a importância do cuidado mental e espiritual, focando na esperança que se reflete em gestos de doação e de cuidado com quem precisa.




Em Juiz de Fora, as chuvas de 23 e 24 de fevereiro deixaram 65 mortes, mais de 8 mil desabrigados e desalojados, mais de 500 toneladas de doantivos. Ruas ainda estão com orientação para permanecerem evacuadas ou interditadas.


Cinco escolas terão que ser reconstruídas. Animais que perderam os tutores ou que não podem mais permanecer com as famílias de origem estão abrigados na Praça CEU. Governos Federal e Municipal anunciaram auxílios para vítimas das chuvas, mediante cadastros.



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