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NS da Cabeça: a esperança na intercessão contra as inseguranças da mente, do corpo e do coração

  • Foto do escritor: Radio Catedral
    Radio Catedral
  • 12 de ago.
  • 3 min de leitura

Por Rádio Catedral



Imagem: @pnscabeca
Imagem: @pnscabeca

Nesta terça-feira (12), a Igreja Católica celebra o título mariano de Nossa Senhora da Cabeça. A devoção surgida na região da Andaluzia, na Espanha, chegou ao Brasil no início do século XX e reúne devotos em paróquias da Arquidiocese de Juiz de Fora.


Em Juiz de Fora, após uma programação que teve tríduo e novena, além dos eventos sociais, nesta terça, os devotos já participaram da Missa das Famílias, no início da manhã. à Tarde, às 15h, haverá a Missa pelos Enfermos, presidida pelo Padre Jorge Luiz e a Celebração Solene às 19h30, presidida pelo pároco Padre Renato Alves Rodrigues, encerra as celebrações da padroeira na Matriza na Rua Anita Garibaldi, s/nº, no Bairro São Dimas.


Em Santana do Garambéu, será realizada missa solene, às 19h na capela dedicada à Nossa Senhora da Cabeça, no distrito de Pedra Negra.


Esperança na intercessão da Mãe de Deus

O pároco da Paróquia Nossa Senhora da Cabeça, no Bairro São Dimas, Padre Renato Alves Rodrigues, comentou que o tema "Com o Sim de Maria, Peregrinar na Esperança” inspirou os devotos a confiarem suas angústias à Mãe de Jesus.



Padre Renato convida todos a participarem com a comunidade na programação em honra à padroeira no Bairro São Dimas.





História da Devoção à Nossa Senhora da Cabeça

Fonte: Site Cruz Terra Santa


Esta devoção mariana começou a partir de um milagre no pico da Cabeça, o mais alto da Serra Morena na Andaluzia, Espanha. No século 13, morava lá um pastor de ovelhas, Juan Alonso de Rivas. Natural de Granada, ele perdeu um braço lutando nas Cruzadas. Juan era devoto de Maria Santíssima e quando estava trabalhando com as ovelhas, sempre rezava pedindo a proteção de Nossa Senhora para si e os familiares.


Em 12 de agosto de 1227, ele estava rezando enquanto pastoreava o rebanho perto do pico da Cabeça. De repente, ele viu uma grande luz e ouviu um barulho de um sininho. Encaixado em um galho de uma árvore, tocando sem parar. Quando se aproximou, viu dentro de uma gruta que fica no cume do monte, uma imagem de Nossa Senhora.


Uma voz vinda do céu falou a ele que não tivesse medo e pediu que fosse até o povoado de Andujar, a 18 km da Serra Morena, e falasse o que viu, que Deus pedia a conversão de todos e que fosse construída naquele lugar uma grande igreja.


Com medo que os moradores não acreditassem nele, Juan pediu a Nossa Senhora que lhe desse um sinal. E houve um grande milagre: Por interseção de Maria Santíssima, Juan teve o braço refeito, aquele mesmo braço que fora arrancado na guerra. Ele correu ao povoado contou a boa nova do milagre e o pedido de Nossa Senhora. Todos ficaram maravilhados ao verem-no com o braço novamente em seu corpo.


O vigário e o povo correram para o pico da Serra da Cabeça para verem a imagem e venerar Nossa Senhora, que passou a ser chamada de Nossa Senhora da Cabeça. A imagem foi levada em procissão para o vilarejo, até o fim da construção da igreja que Nossa Senhora queria.


Outros milagres aconteceram. Um deles foi o de um homem condenado à morte, que jurando inocência, pediu a intercessão de Nossa Senhora da Cabeça. Na hora da execução, chegou um mensageiro do Rei trazendo o perdão do condenado, dizendo que haviam errado no julgamento.


Imediatamente todos começaram a gritar como sendo mais um milagre de Nossa Senhora da Cabeça. O homem mandou fazer uma cabeça de cera e a depositou aos pés da imagem em agradecimento. Desde então, a imagem da Santa segura uma cabeça nas mãos. As pessoas passaram a pedir intercessão para os casos de dores de cabeça e para os filhos que não estão bem na escola.

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