Nova sede da Defensoria Pública é inaugurada em JF
Por Rádio Catedral

A Defensoria Pública de Minas Gerais inaugura oficialmente, nesta sexta-feira, dia 10, às dez horas da manhã, as novas instalações da instituição em Juiz de Fora. A cerimônia será realizada na sede localizada na Rua Leopoldo Schmidt, número 200, no Centro da cidade.
Embora a inauguração oficial aconteça nesta sexta-feira, a unidade já está em funcionamento desde o dia 15 de junho. O novo endereço permanece na região central de Juiz de Fora, em um ponto estratégico, próximo ao futuro Fórum da Justiça Estadual, cuja transferência está prevista para este ano, além da Justiça Federal e da Prefeitura Municipal.
A nova sede foi planejada para oferecer mais conforto, acessibilidade e qualidade no atendimento às pessoas que dependem dos serviços da Defensoria Pública. Além da ampliação do espaço físico, a estrutura permite um fluxo de atendimento mais organizado e ambientes mais adequados tanto para os cidadãos quanto para os servidores da instituição.
O imóvel reúne três lojas integradas destinadas ao setor de triagem e ao Serviço de Atendimento ao Público. Nos andares superiores funcionam os gabinetes das defensoras e defensores públicos, o Núcleo Psicossocial e um auditório para reuniões, eventos e atividades institucionais.
Pensando no acolhimento das famílias, a nova unidade também dispõe de fraldário e brinquedoteca, oferecendo mais conforto para mães, pais e crianças durante o período de espera pelo atendimento.
Ao todo, 29 defensoras e defensores públicos atuam na unidade de Juiz de Fora, que presta assistência jurídica gratuita em diversas áreas, como direito de família, criminal, execução penal, sucessões, direito cível, fazendário, juizados especiais, infância e juventude, defesa da mulher e atendimento psicossocial. Somente o setor de triagem distribui, em média, 300 senhas por dia, demonstrando a grande procura pelos serviços da instituição.
Outro avanço previsto é a implantação de um Centro de Conciliação e Mediação no próprio prédio. A proposta é ampliar a solução extrajudicial de conflitos, permitindo que muitos casos sejam resolvidos por meio do diálogo, de forma mais rápida, econômica e humanizada, evitando a judicialização sempre que possível.






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