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  • Foto do escritorRadio Catedral

Nossa Senhora Auxiliadora é celebrada pelos devotos em Juiz de Fora

Por Roberta Oliveira e Fabíola Castro


Nesta quarta-feira, 24 de maio, a Igreja Católica celebra Nossa Senhora Auxiliadora. Na Arquidiocese de Juiz de Fora, a paróquia no Bairro Mundo Novo e a capela no Santa Cecília comemoram o dia da padroeira com programação especial.


A festa de Nossa Senhora Auxiliadora em 2023 marca ainda o Jubileu de 50 anos da criação da Paróquia, neste ano dedicado à Nossa Senhora na Arquidiocese, na véspera do centenário da criação da Diocese de Juiz de Fora.


A Matriz de Nossa Senhora Auxiliadora fica na Rua Onofre Mendes, 320, no Bairro Mundo Novo, e a capela fica na Rua Olegário Mariano, 220, no Bairro Santa Cecília.


Pela intercessão de Nossa Senhora, a Auxiliadora dos Cristãos


Em Juiz de Fora, nos últimos dias, os devotos dos bairros Mundo Novo e Santa Cecília participaram do tríduo preparatório.


Nesta quarta, a programação começou com missa às 8h e segue durante a tarde e a noite, como explica o Padre José Sávio Ricardo, da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora.


Padre Sávio convida todos a participarem e rezarem em gratidão ou pela intercessão de Nossa Senhora Auxiliadora.


No editorial do Jornal Boa Nova desta quarta-feira, o Padre Erélis Camilo refletiu sobre a confiança dos católicos na Virgem Maria, auxílio constante nos períodos turbulentos e na defesa da fé.




História de Nossa Senhora Auxiliadora

*Fonte: Canção Nova


O título de Auxiliadora remonta ao século XVI, quando a expressão “Auxiliadora dos Cristãos” foi introduzida na Ladainha de Nossa Senhora pelo Papa São Pio V, após a vitória dos cristãos sobre os muçulmanos na batalha nas águas de Lepanto, em 1571.


A festa de Nossa Senhora Auxiliadora foi instituída pelo Papa Pio VII, após retornar da França, onde ficou preso, por Napoleão Bonaparte, por cinco anos. Seu retorno se deu no dia 24 de maio de 1814. O Papa atribuiu sua libertação a Nossa Senhora Auxiliadora e fixou a data de 24 de maio para a sua festa.


Quem realmente difundiu esse título e devoção foi Dom Bosco. Vejamos um pouco o caminho de sua devoção mariana.


Dom Bosco, desde pequeno, aprendeu com a sua mãe a ter grande confiança em Nossa Senhora. Mamãe Margarida, sua mãe, sempre interrompia o pesado trabalho no campo para saudar a Virgem Maria. A hora do Angelus era para ela um momento de encontro com Deus e de memória da Anunciação de Maria.


Em 1824, quando tinha nove anos, teve o primeiro sonho profético, em que lhe foi manifestado o campo do seu futuro apostolado. Neste sonho, o menino Joãozinho ouviu a voz misteriosa do Senhor que dizia: “DAR-TE-EI A MESTRA” e logo apareceu uma Senhora de aspecto majestoso. Sem saber de quem se tratava, Joãozinho perguntou quem era ela e obteve a resposta: “Eu sou Aquela que sua mãe ensinou a saudar três vezes ao dia”.


No ano de 1862, Dom Bosco iniciou a construção, em Turim, de uma grande Basílica dedicada a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos. “Nossa Senhora deseja que a veneremos com o título de AUXILIADORA: vivemos em tempos difíceis e necessitamos que a Santíssima Virgem nos ajude a conservar e defender a fé cristã”.


Com a construção da Basílica de Maria Auxiliadora de Turim, Dom Bosco quis erguer um monumento eterno do seu amor e gratidão a Virgem Mãe Auxiliadora. “Maria Santíssima é minha Mãe”- dizia ele – “Ela é minha tesoureira. Ela foi sempre a minha guia”.


Em suas conferências, Dom Bosco procurava demonstrar a importância da presença materna de Nossa Senhora. Fazia com que refletissem que é importante que ela seja honrada porque é Mãe de Deus, Mãe de Jesus Cristo e nossa mãe.


Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de Auxiliadora. Vários dos seus escritos retratam o amor por Maria Santíssima: “Recomendai constantemente a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e a Jesus Sacramentado”. “Diante de Deus declaro: Basta que um jovem entre numa casa salesiana para que a Virgem Santíssima o tome imediatamente debaixo de sua especial proteção”. Dom Bosco confiou à Família Salesiana a propagação dessa devoção que é, ao mesmo tempo, devoção à Mãe de Deus, à Igreja e ao Papa.

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