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Missa na Catedral JF lembra 11 anos de morte de Chiara Lubich


Por Fabíola Castro


*Foto: Danielle Quinelato - Assessoria Arquidiocese JF

Na noite de quinta-feira (14), foi celebrada na Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, uma missa pela graça da canonização e pelo 11º aniversário de partida de Chiara Lubich. Em diversos locais do Brasil também ocorreram eventos em sua homenagem.


A celebração foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, concelebrada pelo pároco da Catedral e vigário geral da Arquidiocese, Monsenhor Luiz Carlos de Paula, e participada por membros do Movimento dos Focolares na cidade.


O processo da causa de beatificação e canonização de Chiara Lubich foi aberto em 2015, devido ao seu trabalho de construção de um caminho de unidade e fraternidade.


Dom Gil comentou sobre o legado deixado pela fundadora do Movimento dos Focolares.

O Movimento Focolares tem como finalidade a construção de um mundo unido, como comenta o Arcebispo de Juiz de Fora.

Em Juiz de Fora, o Movimento dos Focolares chegou na década de 80 e conta atualmente com centenas de pessoas, atuando em diversos setores da Igreja.

Marcel de Toledo Vieira é membro e responsável pelo Movimento dos Focolares na cidade, juntamente com sua esposa, e fala do trabalho que realizam.

O Movimento dos Focolares realiza encontros mensais que ocorrem na Cúria Metropolitana de Juiz de Fora, sempre no primeiro sábado de cada mês às 15h. Além dos encontros semanais com grupos menores, de homens, mulheres, jovens, crianças e famílias.


Chiara Lubich*


Nasceu em 22 de janeiro de 1920, em Trento (Itália). Aos 18 anos, recebeu o diploma de professora e teve que trabalhar para pagar seus estudos superiores. Entre 1939 e 1943, tornou-se terciária franciscana e adotou o nome de Chiara, em honra a Santa Clara de Assis. Em 7 de dezembro de 1943, consagrou-se a Deus e selou esse pacto com três cravos vermelhos. Esse dia é considerado como o nascimento do movimento.


Durante os bombardeios contra sua cidade na Segunda Guerra Mundial, ela e outras jovens se reuniram nos refúgios para ler o Evangelho e meditaram sobre a oração de Jesus antes de morrer: ‘Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti’ (Jo 17,21). Sua família fugiu da cidade, mas ela decidiu permanecer e alugou um apartamento com outras moças, ao qual chamou de “primeiro focolare”. Em 1945, contava-se 500 membros. Aos poucos o movimento tomou forma e se expandiu.


O Movimento dos Focolares, também conhecido como “A Obra de Maria”, obteve a aprovação da Santa Sé em 1962. Nos anos posteriores, foram implementados diferentes ramos, como o dos jovens, chamado “Movimento Gen”. Na década de 1990, impulsionou-se o diálogo inter-religioso.


Lubich costumava dizer: “Gostaria que a Obra de Maria, no final dos tempos, quando estiver à espera de comparecer diante de Jesus Abandonado-Ressuscitado, em bloco, pudesse repetir-lhe: ‘No teu dia, meu Deus, caminharei em tua direção… com o meu sonho mais desvairado: levar para ti o mundo em meus braços. Pai que todos sejam um!’”.



*Fonte: Portal de Notícias ACI Digital

**Sonoras: Danielle Quinelato - Assessoria Arquidiocese JF

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