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Maria, Mãe de Deus e intercessora da humanidade, lembra Padre João Paulo sobre a Solenidade desta segunda (1º)

Atualizado: 3 de jan.

Por Roberta Oliveira




Nesta segunda-feira (1º) é o dia da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, que, no mistério de sua maternidade divina, abre o calendário dos santos. Além disso, a data é tida como o Dia Universal da Paz, para qual o Papa Francisco divulgou a mensagem intitulada “Inteligência Artificial e Paz”.


Na Catedral Metropolitana, já foram celebradas três missas nesta manhã. As próximas serão 12h, 16h, 18h e 19h30


O pároco da Catedral Metropolitana, Padre João Paulo Teixeira, explica a solenidade de Santa Maria Mãe de Deus.



O pároco da Catedral conta como a solenidade litúrgica de Maria Mãe de Deus foi definida pela Igreja Católica.




Padre João Paulo lembra que a data reforça como os católicos confiam em Maria como intercessora pela humanidade junto a Jesus.



Além disso, primeiro de janeiro marca o início da contagem regressiva para o aniversário de 100 anos da fundação da Diocese, em 1º de fevereiro de 2024.







Sobre a Solenidade de Maria, Mãe de Deus

Fonte: Canção Nova


Origens

A Solenidade de Maria Santíssima, Mãe de Deus, é a primeira festa mariana que apareceu na Igreja Ocidental. Originalmente, a festa nasceu com o intuito de substituir o costume pagão, cujo ritos não correspondiam com a santidade das celebrações cristãs. O título foi criado pelos cristãos para exprimir uma fé que não tinha relação com a mitologia pagã, a fé na concepção virginal, no seio de Maria, daquele que, desde sempre, era o Verbo Eterno de Deus.


O Título Este título traz em si um dogma que dependeu de dois Concílios: em 325, o Concílio de Nicéia; e, em 381, o de Constantinopla. Esses dois concílios trataram de responder a respeito desse mistério da consubstancialidade de Deus uno e trino, Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

A Natureza Humana de Maria No século IV, ensinava o bispo Santo Atanásio: “A natureza que Jesus Cristo recebeu de Maria era uma natureza humana. Segundo a divina Escritura, o corpo do Senhor era um corpo verdadeiro, porque era um corpo idêntico ao nosso”. Maria é, portanto, nossa irmã, pois todos somos descendentes de Adão. Fazendo a relação deste mistério da encarnação, no qual o Verbo assumiu a condição da nossa humanidade com a realidade de que nada mudou na Trindade Santa, mesmo tendo o Verbo tomado um corpo no seio de Maria, a Trindade continua sendo a mesma; sem aumento, sem diminuição; é sempre perfeita. Nela, reconhecemos uma só divindade. Assim, a Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo, por isso a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus.

A Santíssima Virgem é a Mãe de Deus:  Ela é o ponto de união entre o céu e a terra

Ave Theotókos No terceiro Concílio Ecumênico, em 431, Maria Santíssima foi aclamada Mãe de Deus, em grego, Theotókos. Trata-se de um título que não aparece explicitamente nos textos evangélicos, embora eles recordem “a Mãe de Jesus” e afirmem que Ele é Deus (Jo 20,28; cf. 5,18; 10,30.33). Em todo o caso, Maria é apresentada como Mãe do Emanuel, que significa Deus conosco (cf. Mt 1,22-23).

Mãe de Deus A palavra Theotókos significa Mãe de Deus, que é o artigo que os católicos professam em Maria Santíssima; porém Theotokos quer dizer ‘gerada de Deus’, ponto que Nestório, patriarca de Constantinopla e grande inimigo da Virgem, duvidava e contestava a legitimidade do título. A mudança de acento na palavra altera o sentido, passando de um sentido bem preciso para outro vago.

A Fé no Filho Jesus e na Mãe Maria Santíssima

Expressão de Fé Ao proclamar Maria “Mãe de Deus”, a Igreja professa com uma única expressão a sua fé acerca do Filho e da Mãe. Essa união emerge já no Concílio de Éfeso. Com a definição da maternidade divina de Maria, os padres queriam evidenciar a sua fé à divindade de Cristo. Não obstante as objeções, antigas e recentes, acerca da oportunidade de atribuir esse título a Maria, os cristãos de todos os tempos, interpretando corretamente o significado dessa maternidade, tornaram-no uma expressão privilegiada da sua fé na divindade de Cristo e do Seu amor para com a Virgem.

O Centro da História

Deus se fez carne por meio de Maria, começou a fazer parte de um povo, constituiu o centro da história. 

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