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Gerente do Departamento de Desastres da Defesa Civil analisa impacto das chuvas de março em Juiz de Fora

Por Rádio Catedral


Juiz de Fora fechou o mês de março com mais de 300 milímetros de chuva em um dos pontos de monitoramento no município, segundo balanço da Defesa Civil. A média história era de 207,5 milímetros, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia.


Uma curiosidade foi a diferença entre os volumes registrados na mesma região. Na estação meteorológica do Bairro Alphaville houve o registro de 333,5 mm, 60,72% acima do esperado para o mês. Já a Estação Meteorológica do Inmet, no bairro São Pedro, registrou 153 mm, volume abaixo do esperado. Joviano Assis, gerente do Departamento de Desastres da Defesa Civil, lembrou que tempestades localizadas foram uma das manifestações do El Niño no município. Por isso, a subsecretaria possui um sistema de monitoramento que vai além dos dados registrados nos pluviômetros.




Prevenção


Segundo Joviano Assis, houve redução das ocorrências registradas na cidade e ele aponta três motivos: prevenção, parceria com Bombeiros e conscientização da comunidade.



Em março, a Defesa Civil realizou 178 vistorias, 64% de cunho preventivo. O gerente do Departamento de Desastres da Defesa Civil falou sobre a importância desta orientação para impedir ocorrências mais graves.



Quando acionar a Defesa Civil


Além dos casos de emergência, como destelhamentos, enxurradas, incêndios, risco de queda de rochas, ele lembra em quais situações a Defesa Civil pode ser acionadas.


Joviano Assis orienta como é o encaminhamento das situações que envolvem árvores, que costumam ser um questionamento comum na subsecretaria.



Também em março, as equipes da Defesa Civil em conjunto com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) fizeram vistoria e a manutenção nos 28 pluviômetros na cidade.

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