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Especialista em gestão empresarial fala sobre profissões em alta em 2023 e sobre mercado de trabalho

Por Fabíola Castro e Roberta Oliveira


Já passamos dos 15 dias do primeiro mês do ano. E em 2023 qual será a tendência de profissões mais solicitadas e empregos mais disponíveis? O especialista em Gestão Empresarial e professor do curso de Administração da Estácio, Victor Santos, enumerou quais são as áreas e profissões que devem ser mais lucrativas neste ano.


O trabalho em casa ou home office foi uma realidade muito presente nas empresas durante o período da pandemia da Covid-19. Será que veio para ficar? Victor Santos explica se essa modalidade afetou o mercado de trabalho e de que forma.


Vitor Santos comenta ainda se para os profissionais a habilidade em relacionamento e networking também será mais valorizada.


O especialista em Gestão Empresarial deixa algumas dicas para aqueles profissionais que desejam ter 'um algo a mais' no currículo antes de concorrer às possíveis vagas.


O professor finaliza destacado que as plataformas de busca e bancos de vagas das empresas podem ser uma boa alternativa para quem ainda está à procura de uma colocação no mercado de trabalho.


De acordo com publicação do site 'InfoMoney', depois de enfrentar um 2021 muito pressionado pela pandemia, o mercado de trabalho em 2022 mostrou um aquecimento e deu sinais de recuperação: a taxa de desemprego no Brasil caiu para 8,3% no trimestre móvel encerrado em outubro, o que representa nove milhões de pessoas, o menor nível desde o trimestre móvel terminado em julho de 2015, segundo os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) IBGE.


No entanto, especialistas já apontam que a recuperação não deve manter um ritmo consolidado e que o nível de emprego no Brasil deve perder força a partir de 2023. Recrutadores também têm postura mais conservadora sobre o que esperar para esse ano. As empresas não estão pessimistas em relação a 2023, mas não querem ser agressivas nas contratações por diversos motivos, como por exemplo, a troca de governo.

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