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Dom Marco Aurélio Gubiotti: o perfil do novo Arcebispo de Juiz de Fora

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    Radio Catedral
  • 8 de jan.
  • 3 min de leitura

Por Rádio Catedral


Dom Marco Aurélio gubiotti Foto: Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano/Reprodução
Dom Marco Aurélio gubiotti Foto: Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano/Reprodução

Em 100 anos, a Igreja Particular de Juiz de Fora teve um bispo e seis arcebispos. O sétimo será Dom Marco Aurélio Gubiotti, que vem transferido da Diocese de Itabira-Fabriciano.


Após o primeiro bispo, Dom Justino José de Santana; o bispo e primeiro arcebispo, Dom Geraldo Maria de Morais Penido; Dom Juvenal Roriz, Dom Clóvis Frainer; Dom Eurico dos Santos Velloso e Dom Gil Antônio Moreira, a Arquidiocese de Juiz de Fora será conduzida por Dom Marco Aurélio Gubiotti, de 62 anos.


A Arquidiocese de Juiz de Fora será a segunda Igreja Particular que ele assume, após 13 anos à frente da Diocese de Itabira e Fabriciano.


Formação Sacerdotal

Ele nasceu em 21 de outubro de 1963, em Ouro Fino, no sul de Minas Gerais. É filho de Benedito Gubiotti e Natalina Gubiotti. Cursou filosofia no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, e a teologia no Instituto Teológico SCJ, em Taubaté (SP).


Recebeu ordenação diaconal em dezembro de 1897 e foi ordenado presbítero em 14 de janeiro de 1989. Nos anos seguintes, foi Vigário Paroquial, Paróquia São Caetano, em Brasópolis; Vigário Paroquial, Paróquia Santo Antônio, em Jacutinga. Entre 1993 a 1996, foi Pároco, Paróquia Santo Antônio, em Jacutinga. Entre Fevereiro a agosto de 2010, foi Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Santa Rita do Sapucaí e entre setembro de 2010 a maio de 2013: Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre. Também neste período, obteve o título de Mestre em Sagradas Escrituras pela Pontifícia Faculdade Nossa Senhora da Assunção (SP). Cooperou com a formação no Seminário de Pouso Alegre e foi Diretor do Instituto Teológico Interdiocesano São José (2000 a 2005) e Diretor Geral da FACAPA – Faculdade Católica de Pouso Alegre (2006 a 2009). Foi professor na área de Sagrada Escritura no curso de Teologia da FACAPA (2000 a 2013).


Ministério Episcopal

Em 21 de janeiro de 2013, foi nomeado o 5º Bispo de Itabira-Coronel Fabriciano, pelo Papa Bento 16, com a cerimônia de sagração episcopal em 26 de maio de 2013: Sagração Episcopal, em Ouro Fino/MG e a posse canônica em 16 de junho de 2013: Posse Canônica como 5º Bispo Diocesano da Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano.


Como pastor Diocesano em Itabira-Fabriciano, ele exerceu a presidência da Irmandade Nossa Senhora das Dores, em Itabira; a vice-presidência da Fundação Comunitária do Ensino Superior de Itabira (FUNCESI ). Na CNBB, atua desde 2016 como Bispo referencial para a Comissão para o Serviço da Justiça, da Caridade e da Paz, no Regional Leste II e desde 2019 é o Bispo Referencial da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética do Regional.


Seu lema episcopal é “Pela graça de Deus” (1Cor 15,10) e tem devoção especial pela Virgem Maria, como explica o texto da diocese de Itabira/Fabriciano


“O lema 'Pela graça de Deus' quer nortear a vida e o ministério do novo Bispo e da Igreja a ele confiada, para que, a exemplo de Maria, a “cheia de graça” (LC 1,28), pastor e rebanho possam crer firmemente na força renovadora da Palavra de Deus. E, por sua Graça transformadora, ser sinal de esperança numa sociedade marcada pela secularização e esperando contra toda esperança” (Rm 4,18), crer “que Deus é amor” (1 Jo 4,8), “que seu amor é sem fim” e que “de Cristo, recebemos graça sobre graça” (Jo 1,16)'”

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