Dom Gil Antônio Moreira explica o significado da memória litúrgica dos fiéis falecidos
Por Rádio Catedral

O dia 2 de novembro é um convite a celebrar a vida de quem amamos e já faleceu e também de socorrer por orações aqueles que não se beneficiam de preces especificamente dedicadas a eles. É dia de orar por aqueles que estão no purgatório, para que possam entrar no Reino da santidade perfeita, da luz e felicidade.
A celebração surgiu a partir da iniciativa dos monges beneditinos por volta do ano MIL quando o abade São Odilo, ordenou a celebração de um ofício pelos falecidos na tarde do dia 1º de novembro. A comemoração foi adotada pela autoridade da Igreja e se tornou universal a dedicação de 2 de novembro à memória dos irmãos já falecidos.
O Dia dos Finados não é dia de tristeza, mas é dia de saudosa recordação, confortada pela fé, que nos garante que nosso relacionamento com as almas dos finados não está interrompido pela morte, mas é sempre vivo e atuante pela oração. O arcebispo emérito metropolitano de Juiz de Fora Dom Gil Antônio Moreira falou ao Jornal Boa Nova sobre o significado litúrgico desta data. Ouça.






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