Devotos em Juiz de Fora celebram Santa Ângela Mérici, fundadora das Ursulinas
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Por Rádio Catedral

Nesta terça-feira (27), a Igreja Católica faz memória de Santa Ângela Mérici. Ela é a protetora dos doentes, das pessoas com deficiência, dos males do corpo e da perda dos pais. Além disso, é reconhecida como padroeira da educação feminina e das jovens em situação de vulnerabilidade. Religiosa italiana e fundadora da Companhia de Santa Úrsula (Ursulinas), sua vida foi marcada pela profunda dedicação à educação cristã, especialmente voltada para meninas e jovens.
Em um contexto de intensas transformações sociais e religiosas, Ângela destacou-se pela sensibilidade pastoral, pela escuta atenta e pelo compromisso com a formação humana e espiritual, tornando-se uma referência de fé, caridade e serviço à Igreja e à sociedade.
Na Arquidiocese de Juiz de Fora, a santa é homenageada na comunidade batizada em homenagem a ela, pertencente à Paróquia São João Paulo II, do Bairro Nova Era.
O tríduo começa na quarta (28) e segue na quinta (29) e na sexta (30) e celebração da Santa Missa às 19h30 na Capela Santa Ângela Mérici, na Rua Ângela Barbosa M. Rocha, 6, Bairro Jardim Santa Isabel.

“Esforce-se para ser fiel ao que Deus o chamou” . A frase de Santa Angela Mérici é o tema do editorial com Padre Erélis
História de Santa Santa Ângela Mérici
Fonte: site da Canção Nova
Ângela Mérici nasceu em 1474 no norte da Itália. De uma família honesta, materialmente pobre, mas espiritualmente riquíssima, amava muito Cristo e a Igreja. Os filhos foram crescendo vendo o testemunho dos pais, inclusive Santa Ângela que, desde pequenina, já tinha vida de oração e penitência, buscava amar a Deus cada vez mais. Ela teve uma irmã. Após a morte dos pais, elas foram morar com um tio. Mesmo após a morte da irmã e do tio, Santa Ângela sofreu, mas mulher de oração, nunca acusou Deus, nunca se revoltou. Inspirada pelo Espírito Santo, retornou para a terra natal, onde começou a fazer um trabalho muito providencial, depois de ter um sonho de ver jovens com coroas de lírios caminhando para o céu. Naquele discernimento, ela agarrou a inspiração e foi trabalhar servindo jovens que corriam riscos morais. O grupo daquele que se dedicavam a Deus foi crescendo, servindo no resgate à evangelização dos jovens e também na restauração das famílias. Com o coração aberto, cheio de amor para auxiliar, as famílias promoveu a restauração das jovens, das famílias, também foi ao encontro dos pobres e enfermos. Em 1525, depois de um encontro com o Papa Clemente VII, Ângela deu- início oficial no processo de fundação da Congregação, que foi implantada definitivamente na Brescia, em 1535. A congregação das Irmãs Ursulinas foi fundada, sob inspiração de Nossa Senhora, para homenagear Santa Úrsula, martirizada no século IV, que com um pequeno grupo de moças, defendendo a virgindade, a castidade e a religião católica. As irmãs da nova Comunidade se dedicavam à educação, principalmente das jovens, preparando-as para se tornarem mães de família com raízes e fortes bases cristãs.
Santa Ângela Mérici faleceu em 27 de janeiro de 1540, aos 66 anos. Os restos mortais estão na igreja de Santa Afra, na Bréscia. A fama de santidade tornou-se muito evidente, tanto que em 1544, Papa Paulo III elevou a Companhia a um Instituto de Direito Pontifício, permitindo que as Ursulinas pudessem atuar além dos confins da Diocese.
Em 1768, Ângela Mérici foi beatificada pelo Papa Clemente XIII e, em 24 de maio de 1807, foi canonizada pelo Papa Pio VIII. Ela foi canonizada em 1807. Ela é a protetora dos doentes, das pessoas com deficiência, dos males do corpo e da perda dos pais.









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