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Comunidade São João Batista em Santos Dumont (MG) celebra memória do martírio do padroeiro

  • Foto do escritor: Radio Catedral
    Radio Catedral
  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

Por Rádio Catedral




Em Santos Dumont (MG), a Comunidade São João Batista, pertencente à Paróquia São Joaquim e Sant’Ana, realiza uma programação especial para celebrar o padroeiro da Capela na Rua Giovanni Peduzzi, 420, no Córrego do Ouro. Neste sábado (29), a Igreja Católica celebra a memória do Martírio de São João Batista, santo cuja vida está marcada de maneira singular no calendário litúrgico. Ele é lembrado no dia da Natividade, em 24 de junho, e na data do martírio, recordado em agosto. Desta forma, os fiéis a contemplar diferentes aspectos de sua missão: o nascimento daquele que preparou os caminhos para o Messias e o testemunho daquele que permaneceu fiel à verdade até a entrega da própria vida. O administrador paroquial da Paróquia São Joaquim e Sant’Ana, Padre Felipe de Castro Costa, convida todos para participar desse momento tão especial.




São João Batista perseverou na santidade porque se conservou humilde no seu coração.” A frase de São Gregório Magno foi o tema do editorial do Jornal Boa Nova com o Padre José Domício.



Martírio de São João Batista, o mártir da verdade

Fonte: Site da Canção Nova


A memória do martírio de São João Batista associa-se à solenidade da sua Natividade, que se celebra em 24 de junho. João era primo de Jesus, concebido, de modo tardio, por Zacarias e Isabel, ambos descendentes de famílias sacerdotais: seu nascimento é colocado cerca de seis meses antes daquele de Cristo, segundo o episódio evangélico da Visita de Maria a Isabel.


A causa principal do martírio foi uma mulher: Herodíades, atual esposa de Herodes Antipas, ex-esposa do seu irmão de criação. João foi preso por ter denunciado este casamento ilegal.


Durante a festa de aniversário de Herodes, a filha de Herodíades, Salomé, dançou em homenagem ao rei, que era fascinado por ela: se ela dançasse, ele lhe permitiria pedir o que quisesse, até mesmo a metade do seu reino. Depois de consultar a mãe, ela pediu a cabeça de João Batista. Herodes não queria aceitar, mas não pôde recusar, porque lhe havia prometido.


A Morte


Algum tempo depois do pedido de Salomé, o carrasco trazia a cabeça do profeta em um prato, entregando-a para Salomé e para sua maldosa mãe.


Batista morreu como mártir, não um mártir da fé, porque não lhe pediram para renegá-la, mas um mártir da verdade. Ele era um homem “justo e santo” (At 3,14), condenado à morte por sua liberdade de expressão e fidelidade ao seu mandato.


João foi um mártir que sempre deixou espaço na sua vida, cada vez mais, para dar lugar ao Messias.


A Pequena Basílica


Por outro lado, a data da sua morte, ocorrida entre os anos 31 e 32, remonta à dedicação de uma pequena basílica, do século V, no lugar do seu sepulcro, em Sebaste da Samaria: de fato, parece que, naquele dia, tenha sido encontrada a sua cabeça, que o Papa Inocêncio II transladou para Roma, na igreja de São Silvestre “in Capite”.


Celebração


A celebração do martírio de São João Batista tem origens antigas: seu culto já existia na França, no século V, e em Roma no século seguinte.

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