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Alzheimer e seus desafios: cuidar e amar


Mesmo que a memória vá embora aos poucos, o amor sempre fica. E assim, no amor, devem ser pautados os cuidados com o paciente portador da Doença de Alzheimer.


Por Fabíola Castro

Imagem: pexels-photo.

Um diagnóstico de Alzheimer muda a vida da pessoa portadora da doença, além da vida de seus familiares, mas atualmente há informações e suporte disponíveis. Cuidar de alguém com a doença de Alzheimer ou outra demência pode ser bastante desafiador. Neste 21 de setembro é celebrado o Dia Mundial do Alzheimer. Em mensagem publicada nas redes sociais, o Papa Francisco escreveu: "No Dia Internacional do Alzheimer, #RezemosJuntos por todas as pessoas que sofrem com esta doença, por suas famílias e pelos cuidadores".


No Brasil, mais de 1 milhão de pessoas vivem com alguma forma de demência. Em todo o mundo, ao menos 44 milhões de pessoas vivem com demência, tornando a doença uma crise global de saúde.


A doença de Alzheimer é o tipo de demência mais comum e também é um termo geral usado para descrever as condições que ocorrem quando o cérebro não mais consegue funcionar corretamente, causando problemas na memória e comportamento.


O enfermeiro Lucas Roque, proprietário da Clínica “Cuidar de si” em Juiz de Fora e que trabalha com o cuidado de idosos em entrevista para o quadro "Bendita Saúde"desta quinta-feira, 21, explicou sobre o Alzheimer.


Confira:


O Alzheimer é uma doença que causa medo, muitas dúvidas nas pessoas, de como lidar quando acontece esse diagnóstico para a pessoa, para alguém da família. Como a doença é caracterizada?


Quais os principais sintomas da Doença de Alzheimer? Em que situações ou quando a pessoa deve desconfiar desse possível diagnóstico e procurar ajuda especializada?


Existem fases, mais branda, mais avançada ou ela vai progredindo?


O que pode causar a Doença de Alzheimer?


Como é feito o diagnóstico?


Foi divulgado nessa semana por vários veículos da imprensa nacional, a chegada ao Brasil de um exame de sangue para ajudar a diagnosticar o Alzheimer. Ele é indicado para pessoas que já apresentam sinais e sintomas de declínio cognitivo. Não é oferecido pelos convênios e nem pelo SUS, nem em todos os estados ainda, e apenas em laboratórios particulares. O valor é bem alto. Mas, ainda assim, representa mais um avanço nos cuidados, na estabilidade da doença?


O tratamento para a doença como é feito, o que envolve?


Enquanto cuidador ou familiar, como agir no dia a dia de uma pessoa com Alzheimer?


Atualmente falar em prevenção é sempre importante. É possível prevenir o Alzheimer?


Você trabalha com idosos, não é? No seu trabalho diário o que pode observar dessa doença, como é esse trabalho?


Considerações finais.


Apesar de não haver atualmente tratamentos que impeçam o progresso da doença de Alzheimer, há medicamentos para tratar os sintomas de demência. Nas últimas três décadas, as pesquisas sobre demência proporcionaram uma compreensão muito mais profunda sobre como o Alzheimer afeta o cérebro. Hoje em dia, os pesquisadores continuam a buscar tratamentos mais eficientes e a cura, além de formas para impedir o Alzheimer e melhorar a saúde cerebral.


Mesmo que a memória vá embora aos poucos, o amor sempre fica. E assim, no amor, devem ser pautados os cuidados com o paciente portador da Doença de Alzheimer.

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