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Professor avalia os efeitos da discriminação na infância e fala do papel da escola nesses casos

Por Fabíola Castro

 *Foto: Getty Images.

No último domingo, 3 de julho, foi celebrado o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, data para refletir e discutir sobre preconceito e ações de combate ao racismo. Uma cartilha produzida pelo Núcleo Ciência pela Infância (NCPI), baseado em um estudo realizado pela Universidade de Harvard, afirma que o preconceito sofrido na infância pode causar impactos sérios no desenvolvimento infantil, já que quando os sistemas de resposta ao estresse das crianças permanecem ativados em níveis elevados por longos períodos, isso pode ter um efeito significativo de desgaste no cérebro em desenvolvimento e em outros sistemas biológicos. Também pode ter impactos duradouros na aprendizagem, no comportamento e na saúde física e mental. O professor do curso de Psicologia da Estácio, Carlos Eduardo Pereira, explica de que forma o preconceito sofrido na infância pode causar impactos no desenvolvimento infantil.


Professor Carlos Eduardo destaca qual deve ser o papel dos educadores ao perceber que uma criança sofreu um ato de racismo.


De acordo com o Professor em um caso de racismo na escola é preciso agir na hora.


Conforme o Professor Carlos Eduardo Pereira é possível perceber que uma criança passou por uma experiência de preconceito pelo seu comportamento.


Também é possível que uma experiência de preconceitos afete o aprendizado de uma criança que tenha passado por essa situação, conforme relata o Professor Carlos Eduardo Pereira.


Carlos Eduardo Pereira ressalta ainda o papel dos pais nos ensinamentos e diálogo com as crianças.


A escola tem um papel de extrema importância no combate ao racismo, desde o ensino infantil, trabalhando questões de autoestima, aceitação e respeito às diferenças. Especialmente nesta fase, a criança replica o que vê e ouve.


Conforme diz um trecho da obra "Pequeno Manual Antirracista", da escritora Djamila Ribeiro, “é importante ter em mente que para pensar soluções para uma realidade, devemos tirá-la da invisibilidade”.

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