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Procon de Juiz de Fora apura irregularidades em agências do Banco Mercantil

  • Foto do escritor: Radio Catedral
    Radio Catedral
  • 1 de jun.
  • 2 min de leitura

Por Rádio Catedral


Foto: João Xavier.
Foto: João Xavier.

O Procon de Juiz de Fora instaurou um procedimento de averiguação preliminar contra o Banco Mercantil do Brasil após fiscalizações realizadas em duas agências da instituição na cidade.


As ações ocorreram nos dias 25 e 27 de maio, dentro da Operação Saque Seguro, que tem como objetivo orientar consumidores, especialmente idosos, sobre segurança em terminais eletrônicos e prevenção a fraudes bancárias.


Durante as vistorias, os fiscais encontraram uma série de irregularidades consideradas graves nas unidades da Rua Espírito Santo e da Avenida Barão do Rio Branco. Entre os problemas identificados estão a ausência de vigilantes e de controle de acesso, falta de funcionários para orientar os clientes, filas desorganizadas e inexistência de atendimento prioritário para idosos e pessoas com deficiência.


As equipes também constataram a falta de assentos nas áreas de espera, equipamentos inoperantes, limitação de saques apenas nos caixas eletrônicos e funcionários sem identificação visual. Outras irregularidades apontadas foram salas sem ventilação adequada, restrição de valores para saque, porta giratória desativada e ausência de urna para recebimento de reclamações dos consumidores.


Segundo o Procon, as situações verificadas podem representar violação ao Código de Defesa do Consumidor, além de possível descumprimento de normas de segurança previstas na legislação federal e municipal.

O Banco Mercantil foi notificado e terá dez dias úteis para apresentar defesa. A instituição também deverá informar, em até 48 horas, quais medidas imediatas pretende adotar para corrigir os problemas encontrados.


Ainda de acordo com o Procon, as irregularidades atingem principalmente a população idosa e comprometem a dignidade e a segurança dos consumidores. Caso as adequações não sejam realizadas, o órgão poderá aplicar sanções administrativas, incluindo multas e até a interdição parcial ou total das agências.

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