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Padre Anchieta fala sobre os seis meses da tragédia de Brumadinho (MG)

Por Fabíola Castro*


Nesta quinta-feira, dia 25 de julho, seis meses após a tragédia do rompimento da barragem de rejeitos de mineração em Brumadinho (MG), o bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte (MG), Dom Vicente de Paula Ferreira, preside Missa no Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora do Rosário, às 19h30, em intenção às vítimas e familiares.


O Centro de Treinamento de Líderes Dom José Dalvit, em Brumadinho, foi elevado a Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora do Rosário, onde também será construído o Memorial Minas de Esperança, em homenagem às vítimas do rompimento da barragem.


O Memorial será o campanário do Santuário Arquidiocesano. Segundo o Arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo “Com 20 metros de altura, o campanário terá cinco sinos e será composto de três mãos, que sustentam a cruz, que é símbolo da Arquidiocese de Belo Horizonte, e no braço dessas mãos, que sustentam os sinos, a placa com os nomes de todas as vítimas dessa tragédia em Brumadinho”. Dom Walmor ressaltou ainda que, “Recordando dos que já partiram, possam todos trabalhar para valorizar a vida”.


O Padre José de Anchieta Moura Lima, que esteve juntamente com outros sacerdotes da Arquidiocese de Juiz de Fora na região atingida, realizando a “Missão Solidariedade Brumadinho”, no mês de março, fala sobre os seis meses que se passaram.

A tragédia em Brumadinho, com o rompimento da barragem da mineradora Vale na mina Córrego do Feijão, aconteceu às 12h28 de 25 de janeiro de 2019.


Até o momento, 248 mortos foram identificados e outros 22 ainda estão desaparecidos no meio do mar de lama endurecida.


*Com informações de: arquidiocesebh.org.br

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