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"O que fica é o bem que a gente faz": Padre Elissandro reflete sobre luto e a fé na vida eterna

Por Roberta Oliveira


Fé, o luto e a crença na vida eterna são temas que o Dia de Finados nos leva a refletir. Por isso, o Jornal Boa Nova conversou com o Capelão do Cenáculo em Juiz de Fora, Padre Elissandro Santos de Santana, sss.

O primeiro ponto que ele abordou é o tabu que muitos ainda sentem ao pensar na morte. E a força da fé que ajuda no momento da partida de uma pessoa querida.

Padre Elissandro comenta que todas as pessoas possuem o desejo de deixar uma marca, um legado. Ele aponta que o que realmente permanece é o bem que a gente faz, ainda mais na sociedade onde tudo é descartável. Por isso, o sacerdote nos incentiva a ponderar a respeito das atitudes que tomamos em vida e que podem ser erradas. O Capelão do Cenáculo cita Jó e São Paulo sobre outra forma de encarar o fim da vida: será a hora do encontro com Deus. “Crer na vida eterna faz com que a dor da perda seja amenizada”, como explica Padre Elissandro.


"Fé indica crer como ato de acreditar. E também a fé como indicativo, como adesão, como compromisso, como opção de vida. Declarar-se a favor de alguém com base em uma opção consciente. Vai além de dizer da boca para fora que acredita, mas não faz, não tem confiança na firmeza de Deus e em Jesus".


"Vivamos na alegria e na esperança deste amor de Deus por nós, não se pode deixar o amor para depois. São Pedro Julião Eymard diria: 'Deus te chama hoje, amanha será tarde demais'", disse o Capelão do Cenáculo, Padre Elissandro Santos de Santana, sss. Estes e outros aspectos desta reflexão sobre o luto, a crença na vida eterna e a fé em Jesus Cristo e em Deus, com direito a uma belíssima análise sobre o significado da profissão de fé no “Creio em Deus Pai', sobre a fé consciente que vai além do dizer e que nos inspira a fazer, foram abordados por Padre Elissandro.


Ouça a íntegra:


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