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  • Foto do escritorRadio Catedral

Devotos celebram a Imaculada Conceição de Maria na Arquidiocese de JF

Por Roberta Oliveira e Fabíola Castro

Nossa Senhora da Imaculada Conceição Foto: Marcus Guerra/Santuário São Miguel e Almas

“Entrando, o anjo disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo’” (Lucas 1,28) Esta festa litúrgica exalta uma das grandes maravilhas da história de nossa salvação: a Imaculada Conceição de Maria.


"Maria Puríssima, Maria Santíssima. Maria é uma mulher da Igreja, é uma mulher do povo de Deus, mas uma mulher muito especial, porque é a única que recebeu essa graça de ser a mãe de Cristo, a mãe do filho de Deus Salvador", destacou o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira.


Na Arquidiocese, há celebrações em Paróquias e Comunidades em Juiz de Fora, Matias Barbosa, Santos Dumont, Rio Novo e São João Nepomuceno. Em Conceição de Ibitipoca, distrito de Lima Duarte são festejados os 255 anos da Matriz.


Confira:

Maria é uma mulher muito especial" reforça Dom Gil


O Arcebispo Metropolitano Dom Gil Antônio Moreira explica a origem da devoção à Nossa Senhora da Conceição.



"Maria Imaculada não tem olhos para si mesma. Esta é a verdadeira humildade: não ter olhos para si mesmo, mas para Deus e para os outros”. A frase de Papa Francisco foi o tema do editorial do Jornal Boa Nova com o Padre José Domício.




Oito décadas de forte devoção, destaca Pe. Luiz Eduardo


Em Juiz de Fora, a Paróquia Nossa Senhora da Conceição em Benfica está celebrando também os 80 anos de criação. O pároco, padre Luiz Eduardo Ávila, comenta sobre a força da devoção construída ao longo dos anos nos grandes e pequenos gestos dos integrantes da comunidade na Zona Norte.


Padre Luiz Eduardo Ávila fala sobre a programação especial hoje ia de Nossa Senhora Conceição.

As celebrações não vão terminar no dia da festa da padroeira, como explica Padre Luiz Eduardo Ávila.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, um dogma de fé

Fonte: Site Canção Nova


Origens

A festa litúrgica que celebramos, hoje, exalta uma das grandes maravilhas da história de nossa salvação: a Imaculada Conceição de Maria. Durante toda a sua vida terrena, Maria foi livre da mancha do pecado. Essa verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. “Entrando, o anjo disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo’” (Lucas 1,28). Muitos padres e doutores da Igreja Oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura do que os anjos.


A Repulsa

A Igreja Ocidental, que sempre amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Não por repulsa a Nossa Senhora, mas para conservar a doutrina da redenção operada por Cristo em favor de todos.


A Comprovação Teológica

Em 1304, o Papa Bento XI reuniu, na Universidade de Paris, uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.


O Calendário Romano

Rapidamente, a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzida no calendário romano. José de Anchieta foi o apóstolo que propagou essa doutrina no Brasil. Desde o início de sua colonização, dedicou igrejas a esse ministério.


A Medalha

A própria Virgem Maria apareceu, em 1830, a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Esta medalha, anunciada em todo o mundo, possibilitou a devoção a Maria Imaculada, induzindo os bispos a solicitarem ao Papa a definição do dogma, que já era vivenciado entre os cristãos.


O Dogma

Sendo assim, no dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”.


A Confirmação

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu sou a Imaculada Conceição”.


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