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Ministério Público alerta para efeitos destrutivos das construções irregulares às margens da Represa de Chapéu D'Uvas

  • Foto do escritor: Silvia Carvalho
    Silvia Carvalho
  • 25 de ago.
  • 1 min de leitura

Por Rádio Catedral


Foto: Silvia Carvalho
Foto: Silvia Carvalho

Juiz de Fora corre o risco de enfrentar sérios problemas no abastecimento de água em razão de construções irregulares na Represa de Chapéu D'Uvas. O alerta foi feito durante uma entrevista coletiva na tarde de hoje, promovida pelo Ministério Público de Minas Gerais e a Associação Regional de Proteção Ambiental (ARPA) de Santos Dumont. 


Chapéu D'Uvas responde, hoje por 40% do abastecimento de água de Juiz de Fora, mas suas águas ficam nos municípios de Santos Dumont, Ewbank da Câmara e Antônio Carlos.


Segundo o promotor de Santos Dumont, Roger Silva Aguiar, o Ministério Publico tem trabalhado para coibir a especulação imobiliária que pode levar à destruição do manancial.

Roger Aguiar destaca a situação grave enfrentada pela barragem e pede o apoio da população de Juiz de Fora nessa causa.

O promotor de meio ambiente de Juiz de Fora, Alex Fernandes Santiago, chama a atenção para a segurança hídrica ameaçada em razão das construções irregulares.

O diretor presidente da Cesama, Lincoln Santos Lima, destaca que a represa foi  cedida pelo patrimônio da União para exploração de água potável para Juiz de Fora e que a Companhia tem buscado o licenciamento da barragem junto ao Governo federal.

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