MG realiza Operação Cerco Fechado de combate a organizações criminosas e busca presos foragidos
- Radio Catedral

- 1 de jun.
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Por Rádio Catedral

A Operação Cerco Fechado, considerada pelo Governo de Minas a maior ação de combate às facções criminosas já realizada no estado, mobilizou quase três mil agentes das forças de segurança em seis municípios mineiros, entre eles Juiz de Fora.
O balanço parcial da operação foi apresentado nesta segunda-feira,dia 1º, pelo governador Mateus Simões. A ação reúne a Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Corpo de Bombeiros, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal em uma atuação integrada e sem prazo determinado para encerramento.
Segundo o governo estadual, o objetivo é impedir o avanço das organizações criminosas, combater o domínio de territórios e enfraquecer a atuação das facções por meio da presença permanente das forças de segurança.
As ações estão concentradas em 26 áreas consideradas estratégicas nos municípios de Belo Horizonte, Juiz de Fora, Manhuaçu, Uberlândia, Uberaba e Teófilo Otoni. Ao todo, 2.980 profissionais participam da operação.
De acordo com os dados divulgados até o momento, 46 pessoas foram detidas, incluindo quatro adolescentes. Destas, 38 tiveram as prisões ratificadas. Também foram apreendidas nove armas de fogo, 93 munições, drogas como maconha, crack e cocaína, além de aproximadamente 27 mil reais em dinheiro.
A operação ainda resultou no cumprimento de 73 mandados de busca e apreensão e em ações de fiscalização dentro de dez unidades prisionais mineiras. Mais de 900 celas foram vistoriadas, com a apreensão de 53 celulares e centenas de porções de drogas.
Durante a apresentação do balanço, o governador também anunciou a sétima edição do programa Procura-se, que divulga os nomes de 12 criminosos considerados prioritários para as forças de segurança de Minas Gerais. A iniciativa busca ampliar a colaboração da população por meio de denúncias anônimas feitas pelo telefone 181.
Segundo o Governo de Minas, nas seis edições anteriores do programa, mais de 82% dos foragidos incluídos nas listas foram localizados e presos.






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