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Hematologista explica sobre os linfomas

Por Fabíola Castro

*Foto: Site Santa Casa de Mauá.

Os linfomas são o tipo mais comum de câncer na hematologia, área da medicina que abrange o sangue, a medula óssea e o sistema linfático, responsável pela defesa do nosso organismo.


Uma das questões mais importantes quando o assunto é linfoma são os seus sintomas, muitos deles podem ser comuns a várias doenças e serem ignorados por um tempo e o diagnóstico precoce sempre faz toda diferença no tratamento e no processo de cura. Por isso, é sempre importante disseminar o conhecimento a respeito desse tema e de todos aqueles relacionados à saúde como um todo.


No quadro Bendita Saúde desta terça-feira (16), conversamos com a Hematologista, Dra Andrea Nicolato. Ela explicou sobre os linfomas. Confira abaixo:


Como podem acontecer os linfomas? Que tipos existem?


É uma doença com grande incidência? Atinge muitas pessoas? Qual a faixa etária mais comum para sua ocorrência?


Quais são os sinais e sintomas que podem aparecer e levar a desconfiar de um linfoma?


O que pode levar ao aparecimento de linfomas?


A senhora disse que é mais comum o aparecimento dos linfomas na região cervical e como eles podem se apresentar?


Existe relação entre linfoma e leucemia? Ou são diferentes?


Qual a importância do diagnóstico precoce?


Como o diagnóstico é feito?


Após o diagnóstico, como é o tratamento?


Os linfomas têm cura?


Esse tipo de câncer - os linfomas -, desenvolve-se principalmente nos linfonodos, também conhecidos como ínguas, que se encontram, como disse a Dra. Andrea, mais comumente na axila, virilha e pescoço, levando à formação de caroços e que pode causar sintomas como febre, suor noturno, cansaço excessivo e emagrecimento sem causa aparente. É preciso ficar atento a esses possíveis sinais e investigar.


A diferença entre o linfoma de Hodgkin e os linfomas não-Hodgkin está nas características das células malignas. Quem faz essa diferenciação é o médico patologista.


De acordo com o INCA – Instituto Nacional de Câncer, a mortalidade pela doença foi reduzida em mais de 60% desde o início dos anos 1970 devido aos avanços no tratamento.

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