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  • Foto do escritorRadio Catedral

Juiz de Fora 173 anos: fé e religiosidade cresceram junto com o município

Por Fabíola Castro

*Catedral Metropolitana no coração de Juiz de Fora | Foto: Roberta Oliveira..

Juiz de Fora celebra 173 anos nesta quarta-feira, 31 de maio. Juntamente com a emancipação do município em 1850, foi criada a primeira paróquia da cidade batizada em homenagem a Santo Antônio.


Essa paróquia tem sua origem com uma capela que teria existido no Morro da Boiada. Em 1741, após essa ter desmoronado, uma segunda igrejinha foi construída no mesmo local, na fazenda de Antônio Vidal.


Já em 1812, com a venda da propriedade, o novo dono, Antônio Dias Tostes, pediu autorização ao Governo do Império para transferir a capela para outro local. A autorização da construção foi dada em 1844 e três anos depois, passou a funcionar em frente à Estrada Geral (hoje, Avenida Barão do Rio Branco). O espaço tinha cerca de 100m de extensão. No mesmo local construiu-se o primeiro cemitério.

Pequeno, o templo teve logo que ser ampliado, pois era o grande número de fiéis que participava das celebrações. Em 1864, a capela foi derrubada para a construção de uma nova. Um ano depois, o cemitério foi transferido para as proximidades da Estrada União Indústria, hoje Cemitério Municipal.


A primeira paróquia de Juiz de Fora ficou sendo a única até 1900. Somente com a chegada dos padres da Congregação dos Redentoristas é que novas paróquias foram instaladas. E assim foi se desenvolvendo a fé e a religiosidade católica juntamente com a cidade.


O Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, agradece a Deus pela cidade e destaca a sua história de fé junto ao seu progresso.

Inúmeras contribuições foram e são dadas à cidade pela Igreja Católica, conforme Dom Gil.


Avenida Barão do Rio Branco - principal via de Juiz de Fora em frente à Catedral Metropolitana

*Foto: Roberta Oliveira.

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