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Infectologista fala sobre o descarte e uso corretos de máscaras

Atualizado: Mai 5

Por Fabíola Castro


O brasileiro está tendo que adquirir nesse momento de pandemia do coronavírus um novo hábito para amenizar o contágio pelo vírus, que é o uso de máscaras ao sair às ruas.


É preciso atenção para o uso da forma certa e eficaz e também quanto ao seu descarte correto quando forem descartáveis. As luvas também são itens bastante usados nesse momento. Esses materiais que são para proteção, depois do uso, se não forem descartados adequadamente, podem funcionar como difusores da doença.


O cuidado na hora de jogar as máscaras e luvas fora é importante. Esses itens de proteção contaminados ou não, não devem simplesmente se misturar ao lixo comum de qualquer forma, já que podem ir parar no lixo reciclável que é separado pelos catadores e isso pode ocasionar a contaminação dessas pessoas. Há também o cuidado com os profissionais que recolhem o lixo durante coleta. O Infectologista, Dr. Marcos Moura, explica como deve ser esse descarte.

Dr. Marcos Moura ressalta que a máscara descartável não pode ser reutilizada.

Uma recomendação importante nesse momento, e que tem até se tornado obrigatória em muitos lugares, é que as pessoas usem as máscaras caseiras de pano. O Infectologista, Dr. Marcos Moura, fala do seu uso correto e da sua higienização.

Para os domicílios com casos confirmados de coronavírus, é necessário descartar com cuidado os resíduos contaminados e aqueles materiais utilizados por essas pessoas precisam também ter uma atenção especial quanto a sua limpeza.

O tempo de permanência com a máscara de tecido varia de acordo com o material com que ela foi feita. As máscaras de tecido, recomendadas pelo Ministério da Saúde, devem ser trocadas a cada duas horas. A confecção de máscaras caseiras tem se tornando um fenômeno mundial e qualquer cidadão pode fazer a sua em casa. Além de eficiente, é um equipamento simples, que não exige grande complexidade na sua produção e pode ser um grande aliado no combate à propagação do coronavírus, protegendo a pessoa que usa e as outras pessoas ao seu redor. Para ser eficiente como uma barreira física, a máscara caseira precisa seguir algumas especificações, que são simples. É preciso que ela tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja dupla face. E mais importante: ela é individual. As máscaras caseiras podem ser feitas em tecido de algodão, tricoline, TNT ou outros tecidos, desde que desenhadas e higienizadas corretamente. O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e o nariz e que estejam bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais. Em Juiz de Fora, o uso de máscaras por toda a população é obrigatório desde o dia 20 de abril, depois da reedição do decreto nº 13.893, de 16 de março de 2020, que dispõe sobre as medidas preventivas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do novo coronavírus (Covid-19). O uso das máscaras deve ser feito pelas pessoas ao transitarem em espaços públicos, bem como ruas, praças, estabelecimentos públicos e privados; e ao utilizarem o transporte coletivo e o transporte individual, como táxis e carros de aplicativos.

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