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Professora de fisioterapia respiratória dá dicas para amenizar os sintomas das alergias

Atualizado: Out 1



Estamos na primavera a estação mais florida do ano. Para pessoas que sofrem de alergias respiratórias, essa estação traz junto com as flores um alerta, já que é na primavera que ocorre a polinização, que é a transferência de grãos de pólen de uma flor para outra, realizada por insetos, aves, água e vento.


De acordo com a professora de fisioterapia respiratória da Faculdade Estácio de Juiz de Fora, Doutora em Saúde Coletiva, Talita Leite Ladeira, para as pessoas sem quadros alérgicos isso não traz problema algum, mas no caso de uma pessoa alérgica, sintomas como incômodo nasal, garganta arranhando ou coçando, e os espirros, provocados pela concentração desse pólen no ar, aumentam consideravelmente.


Vamos ouvir o que diz a professora, Dra. Talita Leite Ladeira.


Segundo a profissional, o alérgico, quando o tempo muda, ele muda junto. Sendo assim, atitudes de cuidados em casa, nos ambientes em que a pessoa vive são de extrema importância para amenizar os sintomas alérgicos.


E as dicas de cuidados em casa não ficam só nessas, é preciso atenção ainda com outros itens, principalmente para quem tem crianças e animais de estimação.


Dra. Talita Leite Ladeira, orienta também como limpar as vias aéreas e destaca a importância da hidratação e umidificação dos ambientes.


A professora de fisioterapia respiratória, Dra. Talita Leite Ladeira, chama a atenção para sintomas respiratórios que devem ser observados com cuidado, principalmente em tempos de Covid-19.


Conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) cerca de 35% da população brasileira possui algum tipo de alergia e grande parte dessas pessoas acabam piorando muito durante a primavera.


Os dados da OMS também apontam que a rinite alérgica é a doença mais frequente em todo o mundo no que diz respeito às alergias, seguida da asma, que, somente no Brasil, atinge cerca de 20% das crianças e adolescentes.


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