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Católicos na Arquidiocese de Juiz de Fora celebram Nossa Senhora da Visitação

Por Rádio Catedral


Na Arquidiocese de Juiz de Fora, três igrejas celebram o título mariano de Nossa Senhora da Visitação.


Na comunidade do bairro Tiguera, o tríduo termina nesta sexta (31) com missa às 19h30. No sábado (1º), haverá a Missa Festiva às 18h30, na Rua Ubaldina de Morais Pereira, s/nº – Tiguera.


A comunidade do bairro Boa Vista, pertencente à Paróquia Bom Pastor, fará Adoração ao Santíssimo Sacramento às 15h e Eucaristia Festiva, às 19h30. A capela fica na Rua Eduardo Viviane, 199 – Boa Vista.


Em Rio Novo, a Comunidade Nossa Senhora da Visitação terá Santo Rosário às 18h, seguido de procissão em direção à Matriz, onde será a Santa Missa, às 19h. A capela fica na Rua Eber Dutra, s/nº – Novo Horizonte.


Nossa Senhora da Visitação

Fonte: Canção Nova


Nossa Senhora foi visitada pelo Arcanjo Gabriel com uma mensagem de amor: a proposta de fazer dela a Mãe do nosso Salvador. E ela aceitou. Aceitar Jesus é estar aberto a aceitar, receber e doar-se aos outros.


O Anjo também comunicou a Ela que sua parenta— Isabel — já estava grávida. Aí encontramos o testemunho da Santíssima Virgem, no Evangelho de São Lucas, no capítulo 1, quando, depois de andar cerca de 100 km, ela se encontrou com Isabel.


Doação e transmissão do Verbo


A Virgem Maria foi às pressas visitar sua prima Isabel, revelando-se uma mulher caridosa e doada, que se colocou à disposição de sua prima, que vivia a graça de uma gestação já em idade avançada. Mas mais do que isso, Maria revelou-se mulher missionária que, desde o anúncio do Anjo, empenhou-se com amor e confiança a cumprir aquilo que eram os desígnios de Deus para Ela: transmitir o mistério santificador da Palavra que se encarnou.


Encontro de duas promessas


O encontro de Maria e Isabel é a união de dois anúncios: daquele que viria para preparar os caminhos do Senhor e do próprio Salvador, o Cristo. Era o próprio Jesus, ainda no ventre de sua Mãe, que encontrava o Seu precursor, o profeta João Batista, também no seio de sua mãe, que, ao reconhecê-lo, logo que ouviu a saudação de Maria, “estremeceu”, exultou de alegria, como aconteceu com Davi, que dançou diante da arca pela presença do Senhor (cf. 2Sm 6,12-16).


Magnificat


Nesta festa, também é possível descobrir a raiz da nossa devoção a Maria.


Ela cantou o Magnificat glorificando a Deus, exprimindo a sua alegria: “Meu espírito se alegra em Deus”. E, em certa altura, Ela reconheceu sua pequenez, e a razão pela qual devemos venerá-la, que passa de século a século; parece um prelúdio da palavra que seria pronunciada trinta anos mais tarde: “Bem-aventurados os pobres, bem-aventurados os puros de coração”.


“Porque olhou para sua pobre serva, por isso, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações” (Lucas 1,48).


A fé que opera obras de amor


A Palavra de Deus nos convida a proclamarmos bem-aventurada Aquela que, por aceitar Jesus, também se abriu à necessidade do outro. É impossível dizer que ama a Deus, se não ama o outro. A visitação de Maria a Sua prima nos convoca para essa caridade ativa, para a fé que opera por esse amor de que o outro tanto precisa.


Quem será que precisa de nós?




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