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Biólogo orienta sobre prevenção de acidentes com animais peçonhentos

Atualizado: 6 de mar.

Por Fabíola Castro


 

Com o período chuvoso, umidade e altas temperaturas do verão, o aparecimento de animais peçonhentos pode aumentar tanto nas cidades, quanto em ambientes rurais ou próximos a áreas verdes. Dessa forma, há o perigo dos acidentes envolvendo picadas nas pessoas, o que é perigoso e precisa de atendimento médico rápido.

 

Juiz de Fora registrou um total de 436 acidentes envolvendo animais peçonhentos ao longo do ano de 2023, uma média de mais de um atendimento por dia. Os dados foram divulgados pelo Portal da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

 

Diante do aumento dos casos de acidentes com animais peçonhentos, a prevenção e informação correta quanto aos cuidados e socorro, em caso de necessidade, são as melhores saída para se proteger e garantir a segurança em ambientes urbanos e rurais.

 

Por isso, no Bendita Saúde desta terça-feira (5), conversamos com o biólogo e professor do curso de Medicina Veterinária da Estácio, Bruno Conde, que orientou sobre prevenção de acidentes com animais peçonhentos.

 

Confira:

 

Aranhas são um dos animais peçonhentos que mais causam acidentes. Quais são as espécies mais comuns na região e que acontecem mais acidentes?

 


 

Há algo que as pessoas possam fazer para minimizar a presença desses animais em suas casas?



 

Os acidentes com esses animais podem acontecer tanto com adultos quanto crianças. Qual a importância de conscientizar diferentes faixas etárias sobre os riscos e as precauções necessárias?

 


 

Diante de um incidente com animais peçonhentos, como a população deve proceder até a chegada ao hospital?



 

Existem práticas comuns que podem agravar o quadro de saúde após um acidente desse tipo?

 


 

Além das medidas de precaução pontuais, como manter jardins, quintais e outras áreas limpas, o que mais pode ser feito para evitar o aumento desses acidentes com animais peçonhentos?

 




Biólogo e professor do curso de Medicina Veterinária da Estácio, Bruno Conde.

Reforçando que caso de um acidente com animal peçonhento os primeiros socorros, atendimento rápido é essencial e como o biólogo destacou tem práticas populares que podem não ajudar e sim atrapalhar, como o uso de torniquetes ou a sucção da ferida que são contraindicadas.

 

Redobrar a atenção com calçados e roupas na hora de colocar e vestir e manter a limpeza dos ambientes também são medidas fundamentais. Falamos tanto da questão da limpeza dos espaços em tempos de dengue, vale também nesse caso dos animais peçonhentos e mesmo que não evite o seu aparecimento, mas, fica mais fácil a sua visualização se eles não têm onde se esconder e assim evitar acidentes inesperados e indesejados.

 

Em Juiz de Fora, há um setor de Soroterapia e Profilaxia da Raiva Humana, que fica localizado no Hospital de Pronto Socorro (HPS) e é referência assistencial na região. Os atendimentos para as vítimas de acidentes com animais peçonhentos ou com animais transmissores de raiva são feitos neste hospital.

 

No caso dos acidentes com animais peçonhentos, em que uma pessoa é picada, pode haver a necessidade da utilização de soros. Os casos graves podem levar a óbito. Por isso, a importância de buscar atendimento.

 

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