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Alerta: uso excessivo de telas pode afetar o desenvolvimento das crianças

Especialista explica como o uso excessivo de telas pode afetar o desenvolvimento das crianças e como e quando esse uso deve ser liberado


Por Fabíola Castro

Foto: Unsplash.

Com as crianças cada vez mais conectadas a mídias sociais e expostas desde cedo a celulares, tablets, computadores, especialistas já demonstram preocupação com as consequências do uso exacerbado de dispositivos digitais, principalmente na primeira infância.


O psicólogo, orientador parental, Filipe Colombini, em entrevista ao quadro "Bendita Saúde" desta terça-feira, 22, explicou sobre os prejuízos ao desenvolvimento das crianças desse uso exagerado de telas e como deve ser acesso para ser saudável e não prejudicar outros aspectos.


Confira:


O que pode acontecer com a criança se ela for exposta ao uso exacerbado de telas?


Além do desenvolvimento cognitivo, pode haver prejuízos emocionais pelo uso excessivo de telas e tecnologias pelas crianças?


São aspectos importantes do desenvolvimento das crianças que podem ser comprometidos pelo uso sem moderação das telas e que muitas vezes pensamos ser inocente, que não há problema de deixar a criança ali com o celular na mão, por exemplo, com um joguinho?


Quais seriam os parâmetros ou o uso ideal a ser liberado das telas para as crianças?


Como os pais devem limitar o uso dos dispositivos, das telas para as crianças e adolescentes para que quando esse uso for liberado seja de forma saudável e não prejudicial?


Como seriam essas habilidades educativas parentais entre pais e filhos principalmente nesses momentos que você citou de colocar limites, não impondo, mas conversando, dialogando?


Quais as suas considerações finais?


Confira também:


Como destacou o psicólogo, orientador parental, Filipe Colombini, existem pesquisas científicas que enxergam uma relação direta entre o uso excessivo de telas na infância e complicações na visão, dificuldades de processar informações e até déficits na capacidade de atenção.


Isso acontece porque na infância, momento importante de desenvolvimento do corpo e do cérebro, o uso indiscriminado desses dispositivos pode fazer com que a criança não foque em outras atividades, prejudicando a imaginação e o desenvolvimento de habilidades sociais.


Sobre o entrevistado:
Filipe Colombini é psicólogo, fundador e CEO da Equipe AT, empresa com foco em Acompanhamento Terapêutico (AT) e atendimento fora do consultório, que atua em São Paulo (SP) desde 2012. Especialista em orientação parental e atendimento de crianças, jovens e adultos. Especialista em Clínica Analítico-Comportamental. Mestre em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Professor do Curso de Acompanhamento Terapêutico do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas – Instituto de Psiquiatria Hospital das Clínicas (GREA-IPq-HCFMUSP). Professor e Coordenador acadêmico do Aprimoramento em AT da Equipe AT. Formação em Psicoterapia Baseada em Evidências, Acompanhamento Terapêutico, Terapia Infantil, Desenvolvimento Atípico e Abuso de Substâncias.
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